
“O trabalho fisioterapeutico na faixa etária de 0 a 4 anos” foi o tema de um dos oito minicursos que realizados durante o V Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down, no Centro de Exposições e Eventos de Londrina (Ceel). As atividades do curso foram comandadas pela fisioterapeuta londrinense Isabel Cristina Vicente de Rezende.
De acordo com a fisioterapeuta da Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Síndrome de Down (APS Down), Flávia Garcia, a fisioterapia com crianças com a síndrome tem o objetivo de fazer com elas tenham melhor coordenação motora e se desenvolver normalmente. “O estímulo motor visa aproxima-lo o máximo possível do típico”, explicou Flávia.
Segundo ela, o início da vida da criança com síndrome de down é o período em que deve haver o maior estímulo sensorial, pois é, conforme Flávia, a fase de maior aprendizado da criança. “É quando a estimulação é essencial, já que é a principal fase de aprendizado neurológico. Se ela adquire nessa idade a postura e movimentos adequados, terá mais facilidade para manter depois”, comentou.
Além disso, há métodos e conceitos específicos de tratamento para as pessoas com a síndrome. Flávia observou que o fisioterapeuta deve ter amplo conhecimento destes conceitos para que desenvolva um trabalho de qualidade. “É muito importante que o profissional tenha conhecimento de biomecânica e anatomia e associe métodos, técnicas e conceitos para ter bom resultado.”
A fisioterapeuta explicou que, normalmente, as crianças que nascem com down tem as articulações e ligamentos mais frágeis, o que obriga todas a se submeteram à fisioterapia. “São características que obrigam a criança fazer fisioterapia.” No entanto, conforme Flávia, estas crianças se desenvolvem por completo, desde que façam corretamente os exercícios. “A criança com down tem completas condições de alcançar todas as etapas de desenvolvimento, ela só demora um pouco mais que as outras”, ressaltou Flávia.
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A sindrome de down ela tem algum grau quero dizer uns tem menos e outros mais
Olá Edileide! Como vai?
Obrigado por acessar o Blog e participar da discussão sobre o assunto. Sua visita é muito importante!
Respondendo sua pergunta:
Existem três tipos de Síndrome de Down. A mais comum é a chamada Trissomia do 21 Padrão: o material genético em excesso está no par de cromossomos 21, como resultado de uma anomalia na divisão celular durante o desenvolvimento do óvulo ou esperma, durante a fertilização. Cerca de 95% dos portadores de Síndrome de Down tem Trissomia do 21 Padrão. Cerca de 4% têm Translocação, caso em que o cromossomo 21 extra se rompeu e aderiu a outro cromossomo. A Translocação pode ser sinal de hereditariedade e outros membros da família devem ser geneticamente investigados para saber da possibilidade de ter outros bebês com Síndrome de Down. Cerca de 1% têm Mosaico, o que quer dizer que só algumas células do corpo têm Trissomia do 21 e não todas.
Para obter maiores informações sobre a Síndrome de Down, recomendo o site abaixo:
http://www.tasim.com.br/apsdown/
Espero ter ajudado!
Volte sempre e obrigada pela visita.
Camilla Sartorato
[• • INCLUSIVA - EDUCAÇÃO ESPECIAL • •]
Gostaria muito de continuar recebendo informações sobre a Síndrome de Down. Um grande abraço.
Sou pai da Renata que frequenta a APS DOWN , Camilla você esta de parabens, que continue assim dedicada no seu trabalho e que nunca deixe faltar este carinho que você tem por estas crianças…..muito obrigado, agradeço em nome de todos.
Adorei o blog…
Estarei acompanhando!!!
um abração
adorei saber informações sobre crianças com down gostaria de continuar sabendo mais informações pois sou monitora de uma criança que tem sindrome de down gostaria de estar recebendo mais informações.
Ola Camilla, eu curso segundo ano de Educação Fisica e estou realizando um projeto sobre estímulo motor á crianças que possuem uma certa dificuldade pórem não possuem nenhuma variação ou anomalia.
Gostaria de saber se vc poderia me auxiliar com algumas atividades…..
desde já agradeço…
Prezada Fernanda,
Agradeço seu contato.
Fico à disposição para suas dúvidas.
Podemos manter contato pelo email:
camilla.sartorato@gmail.com
Att,
Camilla Sartorato
Olá CAMILA!,estou encantada!
estou no primeiro semestre de fisioterapia…e estamos com um projeto em mäos: o toque (fisioterapeutico) em pessoas com sindrome de down….mas estamos com muita informaçäo!
Gostariamos se possivel,nos enviar algo que abrangesse esse tema!
Muito interessante seu blog,foi apenas através do google que cheguei ate aqui….
Fica com Deus,aguardo resposta,se possivel por email!