A prática adquirida no Magistério ao longo desses anos, despertou minha consciência no que se refere à compreensão de que o ambiente escolar é um espaço vital para o crescimento e o desenvolvimento dos estudantes e dos educadores. Nele acontecem interações processuais que alteram o estado inicial tanto de uns, quanto de outros. E é talvez nesse momento que se percebe a relevância da inclusão que antes de mais nada, oportuniza esse processo interacional fazendo valer o direito dos alunos “especiais”.

Colegas de classe auxiliam Rita (deficiente visual) com as atividades. Foto: Roberto Ortega
Sabemos que cairá sobre o, já castigado, professor a tarefa de desenvolver adequadamente esse aluno. É certo que capacidade todos os nossos professores possuem, mas não será justo que apenas ele “se vire nos trinta”. È de responsabilidade da instituição, seja ela pública ou privada, gerenciar e assessorar o professor, efetivando o processo ensino-aprendizagem.
A inclusão necessita ser realizada, mas não pode simplesmente acontecer sem que antes ocorra adequação de espaço físico, recursos necessários e principalmente, profissionais específicos para o trabalho. Não é novidade para ninguém a realidade constada no ensino público que superlota as nossas salas de aula. Imagine então como um deficiente visual conseguiria familiarizar-se com uma sala que faz tropeçar os que bem enxergam.
Claro que quero acreditar que com a inclusão todos possam ganhar, mas me preocupa pensar se terei como acomodar adequadamente um cadeirante, se minha escola possui três pavimentos, sem elevador, com salas ambientes que promovem a troca de alunos. E quando a próxima aula for no andar de cima? O que fazer? É…! Essa é apenas uma das minhas muitas indagações.
Se vou aceitar a inclusão?? É claro! Afinal sou professora…
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Autor: Rose Ramos
Professora de Língua Portuguesa e especialista em Educação Especial
Dez.2007 | Londrina – PR
Arquivado em: Acessibilidade, Escola, Filantropia, Igualdade, Inclusão, Infância, Qualidade de Vida, Sociedade, direito









Prezada Camilla;
Em primeiro lugar parabéns pela qualidade do seu trabalho.
Meu nome é Victor Pavarino, e trabalho em um Centro da Transportes da Universidade de Brasília (www.ceftru.unb.br). No momento trabalho em um projeto de capacitação de pessoas no setor de transportes terrestres e quero enriquecer o material didático com imagens como que vi acima na foto de Roberto Ortega, no item em que tratremos da pessoa com deficiência nos transportes.
Gostaria de sua permissão para reproduzir a imagem no material para os alunos, citando, naturalmente, a fonte e os créditos.
Posso fazê-lo?
Ats
Victor