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    Camilla Sartorato é a responsavel por este blog. É jornalista e reside em Londrina/PR.Atualmente trabalha na Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Síndrome de Down (APS DOWN), prestando serviços de Assessoria de Imprensa. Além disso, fez parte da Comissão Organizadora do V Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down, realizado setembro de 2008 em Londrina. Contato: camillasbr@hotmail.com

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Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas

Uma proposta polêmica de autoria do ex-ministro da Educação e atual senador Cristóvão Buarque (PDT) esta pronta para a votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania(CCJ). Pelo projeto de lei, vereadores, prefeitos, deputados estaduais, governadores, deputados federais, senadores e o presidente da República estarão obrigados a matricularem seus filhos em escolas públicas. O projeto estabelece ainda que a medida deve ser implementada até 1º de janeiro de 2014.

A matéria de nº 480, protocolada em meados de agosto de 2007, apresenta-se atualmente em processo de espera para votação, uma vez que a verificação de dados já foi realizada e os objetivos definidos. Segundo a justificativa contida no projeto de lei, salva raras exceções, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. E este fato deve-se, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos políticos eleitos para com o ensino público.

Sala de aula. Escola Municipal Professora Jovita Kaiser, na zona norte de Londrina.
Sala de aula: uma diversidade imensa. Escola Municipal Professora Jovita Kaiser, na zona norte de Londrina, Paraná.

De acordo com o ex-ministro, estima-se que os 64.810 ocupantes de cargos deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos. Deste total, R$ 2.373,84 são gastos com estudos no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoral.

O senador pedetista também enumera quatro objetivos do projeto de lei: o compromisso do representante do povo com a escola pública; o interesse das autoridades para com a educação pública e a consequente melhoria da qualidade dessas escolas; evitar a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação; a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.

Favorável ao projeto, a pedagoga e coordenadora de uma escola estadual, Carla Tristão, afirma que a proposta seria uma importante iniciativa para melhor apreço dos políticos para com a educação pública. “O projeto incentiva os políticos a refletirem e repensarem a qualidade do ensino público. Pois o que falta hoje é uma valorização maior quanto ao corpo docente, ao que se refere à formação do professor. É importante destacar, também, a questão da segurança nas escolas e a situação da estrutura física. O ensino público encontra-se atualmente defasado, pois não existe interesse por parte dos governantes na sua melhoria e qualidade”, relatou.

A proposta de Cristóvão Buarque entrou em pauta para discussão em várias regiões do país. Para o vereador Roberto Fú (PDT-PR) a medida é de seu interesse e se faz importante para a consequente excelência do ensino público. “Sou plenamente a favor da proposta. Não possuo plano de saúde e utilizo o hospital público. Meu filho, também, sempre estudou em colégios e universidades públicas. Muitos políticos quando eleitos acreditam que a melhor opção é sempre mudar de casa e trocar a escola onde o filho estuda. Mas, acredito que isto é um mito, pois político tem que participar e ir também pra fila do hospital”, disse.

Já para vereadora Lenir de Assis (PT-PR), que não possui filhos, mas tem cerca de 32 sobrinhos matriculados em escolas públicas, a essência e objetivo do projeto de lei são interessantes. “A primeira iniciativa de todos os agente públicos deveria basear-se na melhoria e superioridade do ensino no país. Investimentos na educação que permitissem que todos os brasileiros estudassem em escolas de qualidade. Acredito que todo projeto que visa à educação pública deve ser apreciado”, afirmou.

Segundo ela, porém, a obrigatoriedade imposta pelo projeto de lei não é necessária. “Quanto ao fato dos políticos matricularem seus filhos em escolas públicas, penso que não será a partir deste projeto que esta iniciativa irá ocorrer. Sem dúvidas, outros políticos encontraram espaços para argumentar que o projeto é inconstitucional. Avalio que não é correta uma lei que priva um pai de família em colocar seu filho nesta ou naquela escola. Mas acredito que seria ético por parte dos legisladores conhecerem um pouco mais a educação pública”, argumentou a vereadora.

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Autonomia e Mercado de Trabalho para Down’s

“O trabalho dignifica o homem”, pouco ou nada se sabe sobre o verdadeiro autor dessa frase. Porém, sua máxima permanece como exemplo da sociedade capitalista em que vivemos. Segundo o dicionário Aurélio, dignificar significa “tornar digno, honrar”, digno significa “merecedor”, e honrar significa “respeitar”.

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Texto: Camilla Sartorato e Bruno Almeida | Foto: Roberto Ortega

 

Se pensarmos a lógica da frase, o resultado será que todo homem deve trabalhar para ser merecedor de respeito no meio em que vive. O “V Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down”, realizado em Londrina de 24 a 27 de setembro, discutiu o seguinte tema: “Síndrome de Down: Em busca da Autonomia”.

Entre as discussões promovidas no evento, permeou-se a qualificação da pessoa com síndrome de Down para ocupar vagas de emprego no mercado de trabalho. E também os benefícios que esse tipo de inclusão traz a essas pessoas, suas famílias, a empresa contratante e seus funcionários.

Muitos são os bons exemplos de empregabilidade de pessoas com diversos tipos de deficiência, entre as empresas no Brasil e no mundo. Cada vez mais preocupadas em cumprir com sua responsabilidade social e muitas vezes obrigadas, através de leis cotistas que garantam o ingresso, acesso e permanência dessas pessoas no mercado de trabalho.

A empresa de Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), que nunca antes havia tido uma pessoa com Síndrome de Down no seu quadro de empregados, está surpresa com a capacidade e potencial de sua mais nova funcionária. No cargo de auxiliar administrativo, Ana Paula Tarozo, 25 anos, após 90 dias de experiência foi efetivada na empresa pelo seu desempenho e competência. Segundo ela, as atividades são fáceis e seus colegas de trabalho muito divertidos. “Eu posso fazer muitas coisas, saio, danço, trabalho e faço teatro. Eu sou poderosa!”, afirma.

“Ela se desenvolveu muito rápido”, conta-nos Maria Luiza Martins, encarregada do setor de recursos humanos da TCGL. “Em menos de um mês já tinha decorado o nome de todas as pessoas dos vários setores em que ela transita aqui. Isso nos surpreendeu muito, esperávamos por uma pessoa cheia de limitações, que fosse mais dependente e isso não aconteceu. A nossa dificuldade inicial foi a forma de tratá-la, mas descobrimos com o tempo e o convívio, que o tratamento deve ser igual”. Segundo a responsável pela contratação de funcionários, Ana Paula é benquista entre os colegas de trabalho, pois todos a adoram por ser muito simpática.

“Há alguns anos a Grande Londrina mantém em seu quadro de funcionários pessoas com diversos tipos de deficiência. No entanto, Ana Paula é a primeira pessoa com deficiência intelectual”. Maria Luiza admite que a empresa ainda não atingiu o índice ideal de vagas para pessoas com deficiência, como determina a lei de cotas. Porém, é de interesse da empresa disponibilizar cada vez mais vagas. “A contratação da Ana Paula veio de encontro a um desejo nosso – corporativo – de ter alguém na condição dela”.

Para Odeth Tarozo, mãe da mais nova empregada, o trabalho trouxe á tona a responsabilidade. “Ana Paula hoje se comporta de outra maneira dentro de casa. Percebo sua felicidade e satisfação em estar trabalhando. Ela sabe das responsabilidades que tem na empresa e sempre quer aprender e fazer algo novo. Não preciso nem acordá-la mais, ela já se levanta sozinha toda manhã para trabalhar”, conta. Segundo ela é preciso ressaltar a importância da participação da família nesta nova empreitada.

“A família é a base de tudo. Desde pequena, Ana Paula é estimulada. Quando ela nasceu decidi criá-la para o mundo, pois a pessoa com síndrome de Down tem capacidade de realizar várias atividades”.

Todas essas ações tentam através de seus mecanismos realizar a inclusão da pessoa com deficiência. No entanto, permanece ainda estigmatizado – em maior proporção – o preconceito contra a pessoa com deficiência intelectual. Barreiras que interferem significativamente no processo de desenvolvimento de autonomia dessas pessoas.

“Temos que enfrentar o preconceito de cabeça erguida”. É o que nos afirma Gregório José Viventini, 26 anos, empregado há mais de 5 anos em uma lanchonete da cidade. Estimulado desde a infância, Gregório mantém uma vida comum, e muitas vezes corrida. Sendo um exemplo de autonomia e independência, ele estuda, pratica esportes, faz aulas de teatro e sai para se divertir. Namorando há quase dois meses com Viviane Rodrigues Borges, 21, Gregório já pensa em uma relação mais estável. “Estamos namorando por enquanto, eu quero casar, mas não agora”.

 

Campanha Futuro Criança – Participe!!!!

Uma ótima oportunidade para “fazer a diferença” é participar da Campanha “Futuro Criança” lançada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Londrina. O Fundo Municipal funciona em todo e Brasil e tem como objetivo arrecadar recursos para instituições, associações e entidades. A destinação é abatida do Imposto de Renda, não pesa no seu bolso e você ainda investe em responsabilidade social.

Na cidade, a campanha foi lançada em outubro de 2007, no auditório do Sindicato dos Contabilistas de Londrina (Sincolon). A presidente do CMDCA, Télcia Lamônica de Azevedo Oliveira, em entrevista pra o Jornal Folha de Londrina, prevê uma programação de visitas a empresas e segmentos específicos que destinam recursos ao fundo e, também, o contato com profissionais liberais que já são doadores, a fim de firmar as parcerias novamente.

O Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente trata-se de uma conta gerenciada pelos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente, formado por representantes da sociedade civil e do poder público municipal. Os recurso arrecadados pelo Fundo são repassados para entidades registradas no Conselho, que asseguram os investimentos nas crianças e adolescentes.

A conta possibilita receber recursos de pessoas físicas, que podem destinar até 6% do seu Imposto de Renda devido e das empresas que podem abater até 1% do seu lucro real. Além disso, qualquer pessoa pode destinar recursos para o Fundo, com a certeza de que serão bem utilizados.

Na categoria de “destinação direta”, os recursos são distribuídos às instituições de acordo com as necessidades e prioridades avaliadas pelo CMDCA. Já na “destinação casada”, 90% vão para entidade de sua escolha e os outros 10% investidos para o Fundo Municipal, onde serão repassados para outras instituições.

Em vista da facilidade e importância desta conscientização, a Comissão Organizadora do V Congresso Brasileiro Sobre Síndrome de Down, propõe a participação de todos na Campanha Futuro Criança, a fim de, contribui para a realização deste importante e conceituado evento. As Associações realizadoras ( APS DOWN e REVIVER DOWN) por se tratarem de instituições sem fins lucrativos necessitam desta contribuição para remunerar as despesas referentes a realização do evento.

ROBERTO ORTEGA

FOTO: ROBERTO ORTEGA


Como fazer a Destinação?

Para participar da Campanha ligue para (043) 3379-3210, das 9 às 19:00 horas, de segunda a sexta-feira. Será necessário informar o nome da pessoa ou empresa, CPF ou CNPJ, endereço, valor da destinação, o número de parcelas de pagamento e data do vencimento. Após o cadastro você recebe o boleto bancário para o pagamento das parcelas, que podem ser em quantas vezes o contribuinte quiser.

Síndrome de Down em Quadrinhos

Olá!

Quem está postando hoje não é a Dona do blog, e sim seu namorado Roberto Ortega. A Camilla tem andado bastante ocupada com a organização do V Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down, então eu to cuidando um pouco dele enquanto isso. Eu apenas vejo estatísticas e corrijo algumas coisas, quem aprova comentários e os responde via e-mail é ela mesmo.

Abaixo segue um tirinha do personagem Fred Up, ele é uma criança com Síndrome de Down, porém já desmitifica qualquer contrariedade com seu nome UP. A criação é do cartunista e fanzineiro Carlos Nascimento, que leciona na APSDown. Aliás, esta tirinha foi exibida também na Revista Inclusiva, que é um outro projeto da Camilla.

Jornalista não aplaude. Jornalista registra

“Jornalistas não devem aplaudir. Devem manter as mãos ocupadas com os seus blocos de anotações, gravadores e microfones. Não devem tampouco vaiar. Devem manter a boca ocupada fazendo perguntas incômodas aos poderosos…”

( Luiz Weis, Jornalista, pós-graduado em Ciências Sociais pela USP)

Leitura/Roberto Ortega

Foto: Roberto Ortega

Não é nenhuma novidade, jornalistas transgredirem à ética da profissão, ou não darem “o bom exemplo”. O jornalismo é assumido como uma atividade de mediação, sendo a neutralidade uma pré-condição do trabalho jornalístico, deste modo, a falta de imparcialidade e objetividade, muitas vezes, acarretam em notícias “frias” e manipuladas. Proporcionar a informação principal para o debate dos assuntos públicos, informar o leitor para que ele possa tomar decisões fundamentadas e proteger os direitos do indivíduo são fundamentos primordiais para um bom exercício da profissão.

A neutralidade e a imparcialidade, assim, diferentemente de outras teorias, não são apenas pré-requisitos para apurar a veracidade do relato, mas parâmetros para se avaliar a credibilidade dos profissionais e das empresas do jornalismo. O cumprimento desses princípios, embora sejam critérios possíveis, não resulta em um trabalho fácil no dia-a-dia. Rodeado por uma política editorial, o jornalista pode ser pressionado e limitado no interior de seu meio, assim sendo, cabe ao qual, garantir seus valores éticos e seu profissionalismo.

MAS, O QUE É A NOTÍCIA?

Fabi / Foto: Roberto Ortega

Modelo: Fabi / Foto: Roberto Ortega

Perguntava-me na última quinta-feira. Não adiantava recorrer aos dicionários, a definição era sempre a mesma: comunicar, transmitir; tornar conhecido, público. E o que é comunicar, transmitir uma notícia? Qual a prioridade dos assuntos? E o que é esse público? Tornar conhecido? Será que é tudo o que EU ACHO de interesse público? Mas, quem é esse publico que se interessa pelo que eu escrevo?

“Notícia é a expressão de um fato novo, que desperta interesse do público a que o jornal se destina”, dizem uns. Então eles que expliquem, o que é esse fato novo? É algo inusitado, jamais visto? Ou algo que aconteceu a pouquíssimos instantes? E como é decidido o que vai despertar o interesse do publico? Nesse sentindo, dizer que a Tati Quebra Barraco ameaça posar nua seria uma extraordinária noticia, por um dos motivos. No entanto, é impossível esse “incomum” e “inusitado” aparecerem a todo instante. Nem sempre o mundo se move por linhas absolutamente novas, novíssimas, nem tudo é “bomba”! “Bomba”! Como desejam os editores, os professores.

Definir a notícia como tudo aquilo que seja novo, diferente e polêmico é , no mínimo, perverter a informação. Tanto porque, quem determina o que é interessante é o próprio leitor, receptor da noticia. E dificilmente alguém pergunta se o que ele procura são noticias sensacionalistas e que de nada tem a acrescentar.

“Ah…mas certos assuntos são batidos, sem sal”, dizem outros. Sem sal? Sem sal me remete a algo sem novidade, sem tempero, pra não dizer sem graça. Mas, por que sem novidade? Por que sem graça? Uma reportagem não pode tratar do mesmo assunto que alguém tratou há dois dias atrás? Não se faz necessário este assunto? Ou não tem importância por não causar impacto, só instruir o leitor? Alguém pode se interessar! Talvez, a intenção da maioria é ver notícias positivas, ou mesmo continuidade de outras. Ainda assim, tem mesmo que ser só assunto novo?

O sensacionalismo que expõe e divulga determinada matéria ou acontecimento de forma espalhafatosa e exagerada e, que serve de modo “idiota” pra divertir, já fez sua vítima, uma sociedade que se cala diante de tanta “asneira” e manipulação. Não há muito que explicar, ou considerar neste caso, o fato se resume em oportunismo e falta de ética.

Falta de ética, de quem? Do jornalista ou do leitor? De um modo geral, o jornalista não ama ser criticado ou censurado. O leitor, por seu lado, espera aceitação automática da sua eventual razão de queixa – e verificar que tal não sucede não aumenta a sua estima por ele (jornalista). Assim, o jornalismo só faz sentido quando se relaciona com a sociedade.

Mas, então, o que é a noticia? Existe preocupação com o leitor? Notícia é aquilo que o editor no poder disser que é. Pareço radical, eu sei! Faço parte da minoria dos jornalistas (ou futuros jornalistas) que pensam haver um crescente divórcio entre jornalismo e sociedade. Algo que não transparece nos jornais ou nos inquéritos de opinião porque, como corporações que são, os jornalistas não se questionam muito a si próprios e, se o fazem, não o transferem muito para o conhecimento do leitor.

Não precisamos descer a tais ângulos de diferenças. Mas, se o jornalista, o professor, o editor e o dono do jornal, decidem por si só a utilidade e relevância de determinada notícia – ou assunto – a omissão e ausência dessa notícia e discussão é a exata noção da indiferença e falta de ética e profissionalismo que vivemos.

Bem lembrado!

Reinterpretação do texto: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=740

Urariano Mota
La Insignia. Brasil, agosto de 2005.

“Marmelada de banana, bananada de goiaba…”

Como despertar na criança o interesse pela leitura?

Roberto Ortega Foto: Roberto Orterga / Modelo: Fabi

Antigamente as crianças ouviam mais histórias, de seus avós, seus pais, tios, que eram incansáveis contadores de história, e que deste modo, compartilhavam um legado cultural de forma muito significativa. Hoje, nem mais a vovó tem tempo para esse exercício vital na formação de qualquer pessoa.

O incentivo à leitura é sempre válido. A família tem um papel importante na motivação e interesse dessa nova geração de leitores. São os pais que irão iniciar a criança a criar amor pela leitura, incentivando-os com os primeiros livros.

As escolas e professores também desempenham um trabalho importante de incentivo, ao ensinar o aluno a ler com prazer e a tirar proveito pessoal da leitura, através de projetos e trabalhos em sala, e avaliando o aproveitamento individual de cada criança.

Os livros ilustrados ajudam muito a atrair o interesse imediato do pequeno leitor. Livros com pouco texto, de preferência com letras grandes, e uma grande quantidade de ilustrações são ideais para que as crianças se iniciem na leitura, como por exemplo, os gibis.

( Baseado na matéria de Rádio: Camilla Sartorato e Bruno Almeida)

Ouça AQUI!